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Planejamento estratégico, conheça esse produto para sua IES


A Expertise Educação desenvolveu uma metodologia de planejamento estratégico específica para o setor de educação superior, pautada em pesquisas de mercado, Big Data e na experiência dos seus profissionais nas áreas regulatória, acadêmica, inovação e mercado.

Essa ferramenta de gestão passou a ser fundamental para uma instituição de ensino superior identificar as oportunidades, diante das suas vantagens competitivas e das ameaças do ambiente em que está inserida. Principalmente no momento atual, em que apesar dos tímidos sinais de recuperação a situação econômica continua difícil, e especialmente do ensino superior privado, que passa também por mudanças importantes em relação à regulação e à avaliação.

O ano de 2017 já está sendo identificado como o ano de desconstrução do ensino superior e 2018 será o marco para uma nova reorganização do modelo de oferta das IES. O novo decreto sobre o EAD, a medida provisória do FIES, a perspectiva de um novo decreto em substituição ao 5.773, os novos instrumentos de avaliação e a nova dinâmica do mercado de trabalho trazem oportunidades para um reposicionamento das IES com novas perspectivas de sustentabilidade.

Daí a importância de pensar e fazer planos para a sua IES de uma maneira estratégica, usando os recursos disponíveis de forma eficiente.

Para conhecer melhor a nossa solução, entre em contato pelo e-mail planejamento@expertiseeducacao.com.br e agende uma reunião.


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Boas Práticas para o Ensino Superior: 10 dicas de ABP


A última edição do Boas Práticas para o Ensino Superior, produzido pelo Semesp, traz 10 dicas para desenvolver Aprendizagens Baseadas em Problemas (ABP). Selecionamos algumas delas:

A primeira dica é definir os resultados de aprendizagem, ou seja, o que você deseja que seus alunos aprendam. Os resultados levarão ao desenho dos problemas, que devem ser claros, factíveis e avaliáveis.

Ao desenhar o problema, lembre-se que eles devem ser atuais e motivadores, para que a aprendizagem seja mais estimulante. Também é importante que ele tenha certa complexidade.

Apresente o problema e explique como os alunos devem desenvolver a solução. Faça com que eles identifiquem aspectos pouco claros ou desconhecidos na leitura do problema e investiguem utilizando uma “discussão de ideias”.

Oriente os alunos e foque os temas que devem ser investigados, após um levantamento individual, agrupe os dados mais relevantes para a resolução do problema.

Por fim, desenvolva a sua aula retomando os aspectos mais importantes da solução encontrada.

Quer ver todas? Acesse o conteúdo completo.


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Dr. José Roberto Covac fala sobre novas regras de credenciamento


O consultor jurídico da Expertise Educação, Dr. José Roberto Covac, comentou as alterações em credenciamento e avaliação de IES a partir do Decreto nº 5.773.

Uma das principais mudanças é que o decreto agora permite o credenciamento de Instituições exclusivamente para oferta de cursos a distância ou para ambas as modalidades e esclarece que não é possível credenciar uma instituição caso não haja cursos de graduação avaliados satisfatoriamente. É necessária pelo menos uma graduação com oferta regular, independente da modalidade. Dessa forma os indicadores são valorizados e ganham peso.

Os pedidos de credenciamento em nova modalidade também passam a acontecer em processo de recredenciamento e os requisitos foram aperfeiçoados.

Ainda relativo ao processo de recredenciamento, o novo Decreto permite que alguns documentos possam ser substituídos por parecer de auditoria independente, que demonstre condição suficiente para assegurar a sustentabilidade financeira da instituição mantida.

“Como bônus regulatório, Mantenedoras que possuam todas as suas IES com CI maior ou igual a 4, obtido nos últimos 5 anos, poderão ter processo simplificado para o credenciamento prévio e poderão ofertar até 5 cursos que já sejam reconhecidos com CC maior ou igual a 4 nas outras instituições da mantenedora”, explicou Dr. Covac.


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IES têm até o dia 13 para analisar e se manifestar sobre os insumos do CPC e IGC


O período para que as Instituições de Ensino Superior (IES) confiram e se manifestem sobre os insumos usados no cálculo do Conceito Preliminar de Curso (CPC) e do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) já está aberto, e vai até o dia 13 de outubro.

Os insumos são referentes ao ano de 2016 e o período é uma oportunidade das IES, se necessário, apresentarem manifestação sobre eventuais inconformidades identificadas.

O CPC e o IGC são índices importantes que garantem autonomia em determinadas funções das IES. A Expertise faz um trabalho de consultoria especializado para melhorar essas notas das instituições.

Confira mais informações no portal do INEP.


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Descentralização do ensino é ponto forte da Finlândia


A moderna e inovadora forma de ensino da Finlândia é composta por diversos pontos importantes. Falamos sobre o investimento na formação de professores, sobre as diferenças dos tipos de universidades e agora entramos em outro ponto chave do país.

 

A Finlândia atua com um sistema de descentralização do ensino, na qual os papéis do diretor e do professor são muito fortes. A efetividade dos professores é calculada pela aprendizagem em vários itens, como conhecimento de alta qualidade e do comportamento social e moral; participação dos pais no aprendizado; aprendizagem vista como duradoura, uma vez que as habilidades estão sempre em mudanças; autoavaliação, já que não há inspetores; e o feedback.

 

Isso porque, para os finlandeses, um profissional é formado não só por professores, mas por um sistema de aprendizado onde todos têm autonomia. Existe uma base curricular e os professores e alunos trabalham em conjunto em um sistema de confiança onde gestores e professores têm total autonomia para decidir acerca da melhor forma de educação a ser aplicada.

 

E aí, vai perder a chance de ver tudo isso de perto na Finlândia?


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Finlândia ocupa primeiras posições no PISA


Em novembro a Expertise promoverá o 6º Seminário de Inovação Acadêmica no Ensino Superior, na Finlândia. O país foi escolhido para o evento por conta de seus bons resultados em educação, como as ótimas colocações alcançadas no Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (PISA). Em 2016 ocupou o top 5 em ciências e em leitura.

A Finlândia é exemplo a ser seguido por suas metodologias implantadas em sala de aula, políticas públicas, infraestrutura e investimentos tanto no ensino básico quanto no superior, isto porque a meta do governo finlandês é aumentar o nível da educação e apresentar oportunidades iguais a todos os cidadãos, com ambiente de aprendizagem que leve em consideração as qualidades individuais dos alunos.

Os professores têm alto nível de formação, com obrigatoriedade de mestrado e doutorado. As universidades de pesquisa orientada oferecem graduações além dos mestrados e doutorados. Já as universidades de ciências aplicadas são voltadas a cursos para atender ao mercado de trabalho.

Participe do evento e revolucione a aprendizagem em sua Instituição de Ensino Superior.


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Aplicação do TBL reforça habilidade escrita e de argumentação oral


Uma metodologia ativa já trabalhada por alguns cursos, mesmo que de maneira informal, é o Team Based Learning – aprendizado por times, onde os alunos são divididos em times para as atividades em sala de aula.

No entanto, mais do que estimular o trabalho em times, o TBL desenvolve outras aptidões que muitas vezes são postas em prática somente em testes. Isso porque o conceito desse ensino é baseado em diversas etapas que começam antes mesmo da união do grupo.

O assunto que será trabalhado em sala deve ser disponibilizado para os alunos com antecedência, para que eles tenham algum repertório prévio e cheguem à aula preparados. “Essa etapa é muito importante porque nas metodologias ativas devemos levar em conta o que o aluno traz de bagagem para a sala. Ele não entra sem saber de nada. Depois, individualmente, cada um deve responder por escrito um questionário sobre o tema estudado. E também é muito importante que seja por escrito para estimula-lo a organizar as ideias por escrito e treinar a gramática”, ressalta a profa Ana Valéria de Sá.

Passados esses primeiros passos, o professor vai dividir os alunos em grupos que reúnam habilidades diferentes e complementares compondo a ideia de time, onde as ações se completem, e que deve ser mantido durante todo o semestre, para todas as atividades.

No grupo, as atividades podem variar de acordo com a matéria e o professor, mas é preciso ter em mente que o mais importante nesse momento é contrapor ideias e argumentar. “Agora a discussão deve ter o conteúdo previamente estudado como base e estabelecer uma ponte com o que está acontecendo, pois aquele aprendizado não é algo isolado”, comenta a professora.

Quer saber como implantar o TBL na sua instituição e curso? Contate a Expertise para a elaboração de um plano de metodologias ativas ou participe do nosso Seminário Internacional de Inovação Acadêmica na Finlândia.


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Seminário de Metodologias Ativas reúne cerca de 30 profissionais em tarde de aprendizado


O primeiro Seminário de Metodologias Ativas da Expertise reuniu, em São Paulo, no dia 04, cerca de 30 professores e coordenadores de cursos diversos em uma tarde de aprendizado sobre inovação e aplicação prática de novas metodologias.

O evento começou com a apresentação do trabalho que vem sendo desenvolvido pela Expertise para a UNIPÊ – Centro Universitário de João Pessoa para implantar as metodologias ativas nos cursos da instituição. Nosso consultor Fábio Reis ressaltou a importância da decisão institucional pela mudança. “Quando a decisão é institucional, há continuidade. Envolvemos as áreas, entendemos as necessidades da secretaria, do TI, lemos os documentos da instituição e reunimos os profissionais para discutir o que pensam sobre inovação”, explica Reis.

O consultor também contou que, na prática, as aulas da Expertise com a UNIPÊ propunham que os professore construíssem e reconstruíssem os seus projetos o tempo todo para que pudessem ver novas formas de tratar o mesmo conteúdo.

Na sequência, a prof. Maria Aparecida Amaral promoveu uma verdadeira aula ativa, com a interferência e ajuda dos participantes para discorrer sobre o perfil do novo profissional de educação. “Não existe um perfil certo, mas é preciso se adequar. Qual é, afinal, o papel do professor?”, provocou a docente mostrando que a qualidade de uma instituição começa na sala de aula e, por isso, é preciso investir nos dois elementos principais desse ambiente, o aluno e o professor.

Já no período da tarde, e ainda mais prático do curso, Ana Valéria Sampaio, do Unisal Lorena, e Renato Vernashi Lima, do Instituto Albert Einstein, mostraram como usam as técnicas de TBL – Team Based Learning e a PBL – Problem Based Learning.

O encerramento do evento ficou por conta dos participantes que saíram do encontro com a grande tarefa de continuar a mudança e a inovação no ensino. E se para o curso presencial já é difícil, imagine no EAD, como ressaltou a equipe da Univesp, que terá o desafio de tentar implantar as técnicas no ambiente virtual.

A professora Carmen Silva, de Curitiba, reforçou a importância do apoio institucional e o papel do professor em cobrar da organização. “É fundamental que a instituição apoie essa ideia e que toda ela viva essa inovação, mas o principal é também contar com os professores e vencer as resistências nos próprios profissionais”.

Confira as fotos e a cobertura do evento nas páginas da Expertise Educação no Facebook e no Instagram.


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Tecnologia é uma barreira para professores e para a educação?


O caderno especial de educação a distancia, publicado nesta quinta-feira, 27, pelo jornal Folha de S.Paulo, traz um importante debate sobre tecnologia, o papel dos professores e as novas propostas de sala de aula.

Na matéria “Mais professores, menos salas de aula”, a procura do curso de pedagogia em EAD provoca um debate: Em um país onde as escolas ainda são tradicionais e as tecnologias ficam do lado de fora de grande parte delas, como o profissional formado em um ambiente virtual e acostumado com aulas interativas vai atuar?

A questão não deve ser debatida apenas como responsabilidade dos professores. Inserir a tecnologia e aumentar o ensino a distancia, seja em cursos 100% EAD ou em Híbridos, a decisão deve ser estratégica, envolver a instituição como um todo e baseada em planejamento.

Confira essa e as demais matérias do caderno especial Educação a Distancia na Folha de S.Paulo do dia 27 de julho.