Tendências de oferta, matrícula e evasão no ensino superior. O que o Big Data e as redes sociais revelam neste momento de pandemia da covid-19.


Bem como os outros setores da economia, a educação brasileira enfrenta desafios econômicos, sociais e culturais importantes desde a crise econômica eclodida em 2015. Quando o horizonte se apresentava mais otimista ao crescimento econômico, a inesperada crise sanitária da Covid-19 abalou todas as perspectivas positivas de desenvolvimento dos diferentes setores educacionais em 2020.
Na seara do ensino-aprendizagem, o desafio imposto pelo isolamento social é singular. A criação de técnicas e estratégias online por educadores se mostrou urgente e imediata. Já a adaptação dos professores, alunos e pais neste período é um desafio ainda sem solução perfeita, sobretudo na oferta da educação básica. Consonante a isso, o acesso à internet de qualidade ainda é um privilégio de uma pequena parcela da sociedade, que se beneficia dos novos formatos de interação entre educadores e estudantes.
No ensino superior, as maiores dificuldades são de natureza educacional, econômica e regulatória. O ambiente incerto e a necessidade de implementar uma metodologia remota emergencial irão revolucionar o setor.
Acostumadas a um calendário tradicional de captação, rematrículas, processos seletivos, cumprimento de carga horária e financiamentos privados e públicos, as instituições de ensino superior se viram em meio a um turbilhão de desafios que será explorado no presente relatório por meio de dados importantes que visam subsidiar a tomada de decisão dos gestores e formuladores de políticas públicas.

A Expertise Educação, com base em análises de Big Data, verificando as séries históricas dos dados de buscas em plataformas como Google e discussões online em redes sociais (Twitter, Facebook e Instagram), sites, fóruns e blogs, levantadas por meio de ferramentas de business intelligence, traz as perspectivas de mudança drástica e de tendências para a educação a curto prazo.

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Resultados dos processos de avaliação institucional podem ser melhorados


Instrumentos de Credenciamento e Recredenciamento

A recente legislação educacional, especialmente a Portaria Normativa 11, de 21 de junho de 2017, que regulamentou o Decreto 9.057 de 25 de maio, e o Decreto 9.235 de 15 de dezembro de 2017, trouxe novos parâmetros de organização e dinâmica na oferta de cursos tanto na modalidade presencial como a distância.

É evidente a importância do entendimento detalhado dos processos de credenciamento e recredenciamento de Instituições de Ensino superior, no que tange ao seu funcionamento, e atividades protocolares ao final de cada ciclo avaliativo do SINAES. No presente artigo, o objetivo é analisar o uso das palavras e procurar interpretar o que é relevante em processos de avaliação institucional, para que as IES atinjam Conceitos Institucionais 4 ou 5.

O CI 4 ou 5 precisa ser uma consequência da dinâmica institucional, e não algo que leva a IES a atuar exclusivamente em função do instrumento de avaliação. Lembre-se de que o INEP quer apropriação, atividades avaliadas, relatórios, constatação do que foi realizado, alinhamento, coerência, entre outras ações que indicam que a IES realiza o que está no PDI, nas políticas institucionais e nos projetos dos cursos.

Não temos dúvidas de que os parâmetros de avaliação do INEP/MEC, seja o ENADE, sejam os instrumentos de avaliação dos cursos de graduação e de avaliação institucional, servem de parâmetro para a organização das estratégias e investimentos institucionais de uma boa parcela das IES de iniciativa privada. As instituições, por exemplo, organizam atividades acadêmicas com seus estudantes para melhorar o resultado da prova ENADE. O mesmo ocorre com os cursos de Direito, que de modo geral investem na preparação de seus alunos para o exame da OAB.

A Expertise Educação, em parceria com o Semesp, fez essa análise para oferecer uma leitura que possa orientar as decisões dos gestores institucionais com outro olhar e colaborar para melhorar os resultados nos processos de avaliação institucional.

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Planejamento estratégico, conheça esse produto para sua IES


A Expertise Educação desenvolveu uma metodologia de planejamento estratégico específica para o setor de educação superior, pautada em pesquisas de mercado, Big Data e na experiência dos seus profissionais nas áreas regulatória, acadêmica, inovação e mercado.

Essa ferramenta de gestão passou a ser fundamental para uma instituição de ensino superior identificar as oportunidades, diante das suas vantagens competitivas e das ameaças do ambiente em que está inserida. Principalmente no momento atual, em que apesar dos tímidos sinais de recuperação a situação econômica continua difícil, e especialmente do ensino superior privado, que passa também por mudanças importantes em relação à regulação e à avaliação.

O ano de 2017 já está sendo identificado como o ano de desconstrução do ensino superior e 2018 será o marco para uma nova reorganização do modelo de oferta das IES. O novo decreto sobre o EAD, a medida provisória do FIES, a perspectiva de um novo decreto em substituição ao 5.773, os novos instrumentos de avaliação e a nova dinâmica do mercado de trabalho trazem oportunidades para um reposicionamento das IES com novas perspectivas de sustentabilidade.

Daí a importância de pensar e fazer planos para a sua IES de uma maneira estratégica, usando os recursos disponíveis de forma eficiente.

Para conhecer melhor a nossa solução, entre em contato pelo e-mail planejamento@expertiseeducacao.com.br e agende uma reunião.


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Boas Práticas para o Ensino Superior: 10 dicas de ABP


A última edição do Boas Práticas para o Ensino Superior, produzido pelo Semesp, traz 10 dicas para desenvolver Aprendizagens Baseadas em Problemas (ABP). Selecionamos algumas delas:

A primeira dica é definir os resultados de aprendizagem, ou seja, o que você deseja que seus alunos aprendam. Os resultados levarão ao desenho dos problemas, que devem ser claros, factíveis e avaliáveis.

Ao desenhar o problema, lembre-se que eles devem ser atuais e motivadores, para que a aprendizagem seja mais estimulante. Também é importante que ele tenha certa complexidade.

Apresente o problema e explique como os alunos devem desenvolver a solução. Faça com que eles identifiquem aspectos pouco claros ou desconhecidos na leitura do problema e investiguem utilizando uma “discussão de ideias”.

Oriente os alunos e foque os temas que devem ser investigados, após um levantamento individual, agrupe os dados mais relevantes para a resolução do problema.

Por fim, desenvolva a sua aula retomando os aspectos mais importantes da solução encontrada.

Quer ver todas? Acesse o conteúdo completo.


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Dr. José Roberto Covac fala sobre novas regras de credenciamento


O consultor jurídico da Expertise Educação, Dr. José Roberto Covac, comentou as alterações em credenciamento e avaliação de IES a partir do Decreto nº 5.773.

Uma das principais mudanças é que o decreto agora permite o credenciamento de Instituições exclusivamente para oferta de cursos a distância ou para ambas as modalidades e esclarece que não é possível credenciar uma instituição caso não haja cursos de graduação avaliados satisfatoriamente. É necessária pelo menos uma graduação com oferta regular, independente da modalidade. Dessa forma os indicadores são valorizados e ganham peso.

Os pedidos de credenciamento em nova modalidade também passam a acontecer em processo de recredenciamento e os requisitos foram aperfeiçoados.

Ainda relativo ao processo de recredenciamento, o novo Decreto permite que alguns documentos possam ser substituídos por parecer de auditoria independente, que demonstre condição suficiente para assegurar a sustentabilidade financeira da instituição mantida.

“Como bônus regulatório, Mantenedoras que possuam todas as suas IES com CI maior ou igual a 4, obtido nos últimos 5 anos, poderão ter processo simplificado para o credenciamento prévio e poderão ofertar até 5 cursos que já sejam reconhecidos com CC maior ou igual a 4 nas outras instituições da mantenedora”, explicou Dr. Covac.


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IES têm até o dia 13 para analisar e se manifestar sobre os insumos do CPC e IGC


O período para que as Instituições de Ensino Superior (IES) confiram e se manifestem sobre os insumos usados no cálculo do Conceito Preliminar de Curso (CPC) e do Índice Geral de Cursos Avaliados da Instituição (IGC) já está aberto, e vai até o dia 13 de outubro.

Os insumos são referentes ao ano de 2016 e o período é uma oportunidade das IES, se necessário, apresentarem manifestação sobre eventuais inconformidades identificadas.

O CPC e o IGC são índices importantes que garantem autonomia em determinadas funções das IES. A Expertise faz um trabalho de consultoria especializado para melhorar essas notas das instituições.

Confira mais informações no portal do INEP.


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Descentralização do ensino é ponto forte da Finlândia


A moderna e inovadora forma de ensino da Finlândia é composta por diversos pontos importantes. Falamos sobre o investimento na formação de professores, sobre as diferenças dos tipos de universidades e agora entramos em outro ponto chave do país.

 

A Finlândia atua com um sistema de descentralização do ensino, na qual os papéis do diretor e do professor são muito fortes. A efetividade dos professores é calculada pela aprendizagem em vários itens, como conhecimento de alta qualidade e do comportamento social e moral; participação dos pais no aprendizado; aprendizagem vista como duradoura, uma vez que as habilidades estão sempre em mudanças; autoavaliação, já que não há inspetores; e o feedback.

 

Isso porque, para os finlandeses, um profissional é formado não só por professores, mas por um sistema de aprendizado onde todos têm autonomia. Existe uma base curricular e os professores e alunos trabalham em conjunto em um sistema de confiança onde gestores e professores têm total autonomia para decidir acerca da melhor forma de educação a ser aplicada.

 

E aí, vai perder a chance de ver tudo isso de perto na Finlândia?


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Finlândia ocupa primeiras posições no PISA


Em novembro a Expertise promoverá o 6º Seminário de Inovação Acadêmica no Ensino Superior, na Finlândia. O país foi escolhido para o evento por conta de seus bons resultados em educação, como as ótimas colocações alcançadas no Programa Internacional de Avaliação dos Alunos (PISA). Em 2016 ocupou o top 5 em ciências e em leitura.

A Finlândia é exemplo a ser seguido por suas metodologias implantadas em sala de aula, políticas públicas, infraestrutura e investimentos tanto no ensino básico quanto no superior, isto porque a meta do governo finlandês é aumentar o nível da educação e apresentar oportunidades iguais a todos os cidadãos, com ambiente de aprendizagem que leve em consideração as qualidades individuais dos alunos.

Os professores têm alto nível de formação, com obrigatoriedade de mestrado e doutorado. As universidades de pesquisa orientada oferecem graduações além dos mestrados e doutorados. Já as universidades de ciências aplicadas são voltadas a cursos para atender ao mercado de trabalho.

Participe do evento e revolucione a aprendizagem em sua Instituição de Ensino Superior.


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Aplicação do TBL reforça habilidade escrita e de argumentação oral


Uma metodologia ativa já trabalhada por alguns cursos, mesmo que de maneira informal, é o Team Based Learning – aprendizado por times, onde os alunos são divididos em times para as atividades em sala de aula.

No entanto, mais do que estimular o trabalho em times, o TBL desenvolve outras aptidões que muitas vezes são postas em prática somente em testes. Isso porque o conceito desse ensino é baseado em diversas etapas que começam antes mesmo da união do grupo.

O assunto que será trabalhado em sala deve ser disponibilizado para os alunos com antecedência, para que eles tenham algum repertório prévio e cheguem à aula preparados. “Essa etapa é muito importante porque nas metodologias ativas devemos levar em conta o que o aluno traz de bagagem para a sala. Ele não entra sem saber de nada. Depois, individualmente, cada um deve responder por escrito um questionário sobre o tema estudado. E também é muito importante que seja por escrito para estimula-lo a organizar as ideias por escrito e treinar a gramática”, ressalta a profa Ana Valéria de Sá.

Passados esses primeiros passos, o professor vai dividir os alunos em grupos que reúnam habilidades diferentes e complementares compondo a ideia de time, onde as ações se completem, e que deve ser mantido durante todo o semestre, para todas as atividades.

No grupo, as atividades podem variar de acordo com a matéria e o professor, mas é preciso ter em mente que o mais importante nesse momento é contrapor ideias e argumentar. “Agora a discussão deve ter o conteúdo previamente estudado como base e estabelecer uma ponte com o que está acontecendo, pois aquele aprendizado não é algo isolado”, comenta a professora.

Quer saber como implantar o TBL na sua instituição e curso? Contate a Expertise para a elaboração de um plano de metodologias ativas ou participe do nosso Seminário Internacional de Inovação Acadêmica na Finlândia.